terça-feira, 14 de dezembro de 2010

NAJA FORMULA VEE NA PISTA...!

E o nosso Naja (este é o nome oficial do chassi...) Formula Vee voltou à pista neste último final de semana em Piracicaba. Foi a primeira saída do chassi definitivo, pois até então somente havíamos rodado com o protótipo e entre os dois existem algumas pequenas diferenças, fruto do desenvolvimento que está sendo feito.


Conduzido no sábado pelo Dito Gianetti, ex-campeão de autocross e proprietário do circuito e no domingo por Rodrigo Rosset e Roberto Zullino, o monoposto demonstrou as qualidades já evidenciadas no protótipo: condução, fácil, segura e comportamento previsível.

Mas como na vida nem tudo é perfeito, o motor, que não havia passado até aqui por nenhuma revisão, resolveu aprontar das suas, vazando óleo pela tampa do cabeçote e abreviando o teste. Agora vai ser inteiramente desmontado e será uma excelente oportunidade para avaliarmos o desgaste das peças sob o efeito somente do radiador de óleo.

Coisas típicas de carro de corrida...

(fotos reprodução Velocidade On Line)

13 comentários:

João Cesar Santos disse...

O zuzu quebrou o motor. Lamentável ... hahahahah ... não podia deixar passar essa oportunidade para zoar o Zulino... kkkk

roberto zullino disse...

Não quebrei porque nunca quebrei um motor de VW a ar, mexo com eles há mais de 40 anos e nunca me deixaram na mão.
O motor sofreu muito por ter repetidas perdas de óleo pelas tampas de válvulas, isso desde que foi montado. Por isso, colocamos no regulamento que as tampas tem que ser aparafusadas e não podem usar a mola. Nesse primeiro não deu tempo, mas o Chico já está desenvolvendo a tampa original para usar parafusos, mas quem quiser que gaste 10 vezes mais e compre as americanas.
Isso mostra o tamanho da força G que o carro aguenta, muito superior ao originalmente pensado para um fusca, as molas cedem e arrebentam as juntas, pois o óleo vem a toda com a força centrífuga que o carro gera.

Mestre Joca disse...

Pior que não, João César.

Depois de verificado o pessoal diagnosticou que a junta do cabeçote não era de boa qualidade e havia entregue os pontos.

Também depois de tanto malho., pois este motor vinha virando desde os primeiros testes do protótipo, não era de se estranhar...

abração,

Mauricio Morais disse...

Parabéns cabras. Mais uma etapa vencida, o carro na pista. Aliás, é muito bom ver o carrinho em seu habitat natural.

Leone disse...

Chorei...

Maurício Filho disse...

Parabéns. Também fico feliz por ver fotos do carro na pista, e saber que o projeto está no caminho certo. Como eu queria ver uma categoria dessas aqui no Rio de Janeiro.
Um grande abraço !

regi nat rock disse...

Ô Zuzu.
a tampa não está muito próxima dessa barra preta longitudinal não? a ponto de eventualmente esbarrar na mesma sob forças centrífugas que "torcem" ou "rolam" um cadinho o chassi? Se esbarrar, a tampa vai pro vinagre e aí babau... óleo no pneu e na pista e a merda tá feita pois nem parafusos irão resistir.
Tem como informar qual é a distancia do espaço disponível?

roberto zullino disse...

Não raspa não, a tampa fica a mais de dois centímetros longe e a mola da tampa um centímentro e por essa razão proibimos o uso de mola, a tampa tem que ser atarrachada. O problema é que o carro aguenta muito mais Gs do que as molas da tampa foram projetadas, o óleo vem todo para o cabeçote nas curvas e empurra a tampa com a mola cedendo e estragando as juntas.

Leone disse...

Regi,

Com certeza é o angulo da foto que esta te dando essa impressão,pois, não da pra ter o sentido de profundidade... Vixe... Ficou meio comprometedora essa explicação... rsrsrs

Mestre Joca disse...

Pessoal,

Deixem de ver fantasmas onde eles não existem. O que ocorreu é simples e já está solucionado: usa-se as tampas dos cabeçotes aparafusadas - como é costume nos motores VW de competição - e não com a mola original, pois há o prigo desta roçar no braço tensor.

No regulamento técnico - pra quem quiser se dar o trabalho de ler novamente - tornamos as tais tampas aparafusadas obrigatórias já prevendo isso.

E teste de pista é pra isso mesmo, detectar possíveis falhas para serem corrigaidas. Daí ficarem enxergando fantasmas vai uma grande distância...

regi nat rock disse...

Tá bom JOca; mas eu prefiro que vejam fantasmas mesmo onde não existem, pois assim se esgota o assunto definitivamente. Até pq, no creo em brujas pero que las hay,
Minha dúvida (fantasma?) foi esclarecida com sobras...
Cacete, não vejo a hora de olhar com as mãos essa serpente.
Vai descolar convite?

Roberto disse...

Parabéns galera!!!

Torço que a categoria venha para o Rio de Janeiro. Certamente teremos inúmeros interessados aqui.

MOTORELOGIO disse...

PREZADOS AMIGOS QUAL O INTERESSE EM DEIXAR A TAXA DE COMPRESSÃO LIVRE?

SE É SABIDO QUE ISTO FAVORECE QUEM PODE TER VÁRIOS MOTORES OU PEÇAS PARA GASTAR?

EU NAO CREIO EM BRUXOS! MAS QUE ELES EXISTEM! EXISTEM!

SORTE A TODOS EM 2011!