segunda-feira, 22 de novembro de 2010

REGULAMENTO TÉCNICO

ABAIXO O REGULAMENTO TÉCNICO QUE ESTÁ NA FEDERAÇÃO, NÃO MUDA MAIS, PORTANTO ESTÁ AQUI PARA INFORMAR, COMENTÁRIOS E SUGESTÕES SEMPRE SÃO BEM VINDOS, MAS SERÃO APENAS ISSO, SUGESTÕES QUE UM DIA PODERÃO SER ADOTADAS OU NÃO.
ALGUNS ITENS DO REGULAMENTO SÃO SUGESTÕES BASEADAS NA EXPERIÊNCIA, DE MANEIRA ALGUMA A ORGANIZAÇÃO ASSUME RESPONSABILIDADE PELO SEU DESEMPENHO. CABE A CADA EQUIPE FAZER O QUE ACHA QUE DEVE FAZER SEGUINDO ESTRITAMENTE O REGULAMENTO AQUI DISPONIBILIZADO.


Art. 12º- REGULAMENTO TÉCNICO
12.1- Veículo permitido:
Somente será permitida a participação do chassis denominado Naja01, com
características e medidas originais de acordo com projeto específico desenvolvido pela
empresa Formula Vee Brasil Ltda.
Os chassis serão produzidos por fabricantes autorizados pela empresa Formula Vee Brasil
e, somente estes, serão permitidos no certame.
A empresa promotora Formula Vee Brasil Ltda inspecionará a fabricação e numerará os
chassis de forma a identificar o modelo, fabricante, ano de fabricação, número de série,
mês e ano de construção.
Somente chassis numerados pela empresa promotora Formula Vee Brasil Ltda poderão
ser aceitos nos certames da categoria e para participação no Campeonato Paulista
da modalidade. É terminantemente proibido o uso do chassi Naja01 para qualquer
outro tipo de categoria ou evento esportivo, que não a Formula Vee Brazil, sob pena
do número do chassi ser retirado dos registros da categoria, impedindo o mesmo de
participar de certames da Formula Vee Brazil.
A montagem do carro é de responsabilidade das equipes/pilotos que deverão seguir o
estipulado a seguir. É terminantemente proibido qualquer alteração nas características
originais do chassi Naja01, sem prévia autorização da empresa promotora.

12.2 – Motor
É obrigatório o uso do motor VW Tipo 1, boxer de quatro cilindros refrigerado a
ar, alimentado a álcool, originais do Sedan VW, Brasilia, ou Kombi, nacionais, com
cilindrada original de 1.584 cc, de preferência, mas não obrigatórios, os motores
fabricados após 1984 de seis aletas e carcaça de prisioneiros finos. Somente serão
permitidas peças de fabricação nacional e com medidas e especificações originais de
série, sendo proibidas peças importadas ou especiais, como virabrequins, bielas, anéis,
pistões, bombas de óleo, bronzinas, mancais, etc. Exceção feita para o uso de carcaças
mexicanas, desde que as mesmas sejam Standards e originais VW.
O comando de válvulas é o utilizado na Kombi com injeção eletrônica, pistões com
sobre medida de até 1,0 mm e folgas internas livres. A taxa de compressão é livre.
No virabrequim é permitido tornear um vinco de 3 mm de profundidade por 4 mm de
largura, no centro dos três mancais de apoio da bronzina de mancal, a fim de melhorar a
lubrificação, se necessário. É recomendado, mas não obrigatório o uso de separadores no
cárter. Será permitido o alívio de até 2 kg do volante do motor.
O radiador de óleo deverá ser alimentado diretamente da carcaça aproveitando-se
os orifícios do radiador original. As mangueiras devem ser as menores possíveis em
comprimento e os niples e junções da melhor qualidade possível para que se evitem
vazamentos. Niples e mangueiras com braçadeiras serão aceitas desde que vistoriadas
pela organização. É obrigatório o uso de bujão recuperador de óleo.
É obrigatório o uso de tampas de válvulas aparafusadas, sendo proibido o uso de molas
de fixação, as tampas devem ser munidas de respiro de vapor de óleo que deve ser
coletado por mangueiras até o recipiente coletor de vapor de óleo.
A bomba de óleo permitida é a original admitindo-se o modelo de maior volume, desde
que de fabricação nacional, podendo-se também modificar a bomba para aumento de
pressão e vazão.
É permitido o balanceamento estático e dinâmico das peças móveis, sendo que o peso
mínimo admitido dos pistões é de 425 gramas. Não será permitido nenhum tipo de
retrabalho nos cabeçotes, polimento de coletores e passagens de ar, retrabalho nas
sedes de válvulas com retirada ou adição de materiais, sendo proibidos válvulas ou
comandos retrabalhados. Recomenda-se que os balanceiros das válvulas devem ser os da
Kombi moderna que são mais resistentes. É proibido o uso de balanceiros importados ou
com roletes. As molas de válvula devem ser originais da linha VW a ar, sendo proibido o
uso de molas duplas, pode-se usar calços para aumentar a tensão das molas originais.
O escapamento é livre, podendo ser de saídas 4x1 ou 4x2, desde que seu comprimento
máximo de não ultrapasse 30 cm da linha vertical que delimita o chassi na traseira.

12.3 – Carburação
Dupla original, marca Solex PDSI, com diâmetro máximo de 32 mm medido na borboleta
e de 22 mm no venturi , não sendo permitido nenhum tipo de retrabalho interno. Gicles
são livres, desde que nacionais e mantidas as "medalhinhas” 100 ou 125 , sendo também
permitida a usinagem da tampa do carburador para eliminação do suporte do filtro.
Coletores de admissão, de ferro ou alumínio, são livres desde que nacionais e
semelhantes aos originais da linha VW a ar. Não é permitido nenhum tipo de retrabalho
ou polimento.

12.4 – Caixa de câmbio, diferencial e embreagem
Original VW dos modelos Sedan (Fusca) 1500, 1600, Brasilia e Kombi Diesel, sendo que
as engrenagens podem ser intercambiáveis, desde que mantidas as características e as
identificações das peças originais. Não é permitido nenhum tipo de blocante.
Parágrafo 1º. Relações de transmissão são as originais das caixas VW e as relações
de diferencial disponíveis e aceitas são: (pinhão / coroa): 8/35, 8/33 ou 8/31
dentes, à escolha do piloto ou equipe.
Parágrafo 2º. – Será permitida a usinagem das engrenagens e luvas do câmbio,
retífica das planetárias, retífica das pastilhas e das pontas do semi-eixo
com a finalidade de aproveitar alguma peça no caso de desgaste acentuado
e o enchimento por solda e usinagem dos garfos seletores das marchas. O
trambulador interno de marchas poderá sofrer modificações para melhoria de
funcionamento se necessário for.
Parágrafo 3º. – É obrigatório o uso de embreagem com acionamento hidráulico.
Parágrafo 4º. – É proibido o uso de embreagem com revestimento cerâmico, a
embreagem e o disco devem ser originais da linha VW a ar.

12.5 – Freios
A disco na dianteira e tambor nas traseiras, com pinças, discos e cilindros mestres
originais VW dos modelos Sedan (fusca) 1500, 1600, Brasília, SP2 ou Kombi. O sistema
de freio deverá ter dois cilindros mestres, um para o freio dianteiro e outro para o freio
traseiro com regulagem.
Parágrafo 1º. – As pastilhas e lonas de freio deverão ser nacionais e vendidas
na rede autorizada ou em lojas de peças do setor automotivo. É proibido o uso
de pastilhas especiais de competição, mesmo que de marca nacional. Serão
permitidos furos nos discos a fim de limpar as pastilhas. Os dutos de freios serão
de livre procedência.
Parágrafo 2º. A pedaleira é livre, mas com adoção de balança para regulagem dos
dois cilindros mestre de freio e embreagem com acionamento hidráulico.
12.6 – Suspensões
A suspensão dianteira será original de fábrica do Fusca Sedan e Brasília, do modelo
com pivôs e torres de amortecedores modernas, mantidas as fixações originais dos
amortecedores. As fixações dos braços de direção na ponta do eixo e o uso de catracas
(castanhas) deverão obedecer ao projeto original. É proibido prensar os braços a fim
de aumentar as cambagens. Os feixes de mola do tubo inferior devem ser retirados e
substituídos por barra de aço com roscas na ponta para fixação dos braços inferiores.
Para a variação de cambagem deverão ser usadas arruelas de poliuretano ou outro
material de plástico resistente entre os braços e a ponta do tubo inferior.
Será permitido a utilização de calços (superior e inferior) do eixo dianteiro, no intuito
único de aumentar ou diminuir o cáster, desde que não altere o entre eixos.
Os amortecedores dianteiros serão os da linha VW, Fusca Sedan ou Brasília podendo ser
retrabalhados.
É permitido a retirada de material do apoio superior das torres de amortecedores se os
mesmos estiverem muito próximos dos pneus no caso de uso de cambagem negativa na
dianteira.
A suspensão traseira será independente, com conjunto mola-amortecedor nacional e
designado pelos promotores com uso opcional de barra estabilizadora ou barra Z.
12.7 – Chassis
Somente será permitida a participação do chassi denominado Naja01 e fabricado por
fornecedores autorizados pela empresa promotora Formula Vee Brasil Ltda, sendo
proibidas alterações nas medidas e pontos de fixação, excetuando-se posição das
pedaleiras e fixação do mancal de direção para ajustes da posição de pilotagem. Será
permitido revestir o santo-antônio de material anti-impacto, desde que não altere seu
formato original. O banco poderá ser posicionado pela equipe onde a mesma achar
conveniente.
12.8 – Rodas e pneus
As rodas serão obrigatoriamente na medida aro 15 x 6,0 polegadas na dianteira e na
traseira sendo obrigatoriamente todas as quatro rodas iguais. Os pneus serão radiais nas
medidas 195 x 50 x 15 na dianteira e na traseira. Não poderão ser lixados e deverão ter
um mínimo de 4 mm de espessura nos sulcos para participar das corridas oficiais.
Parágrafo 1º:: No caso de patrocinador da categoria ou apoio de uma empresa
fabricante ou revendedora de determinada marca de pneus, estes se tornarão
obrigatórios na categoria. Eventuais conflitos de interesses serão resolvidos pela
empresa promotora.
Parágrafo 2º: A largura máxima (bitola) admitida é de 1,57 cm nos dois eixos.

12.9 – Parte elétrica
O uso de alternadores e/ou geradores , bem como ventoinhas é opcional, sendo que
a ventoinha pode ser a original da linha VW ou elétrica. Somente é permitido o uso
de distribuidores originais da linha VW Sedan, Brasília, e Kombi. É permitido o uso de
qualquer marca de velas de ignição, desde que nacionais. É vedado o uso de bomba
de combustível elétrica devendo ser usada a bomba mecânica original, permitido-se
a diminuição do baquelite para maior curso e vazão. É obrigatório o uso de ignição
transistorizada original da linha VW a ar sem modificações tanto no distribuidor quanto
na ignição, sendo proibido o uso de distribuidor e ignição da linha VW a água ou qualquer
outros diferentes do aqui especificado.

12.10 – Tanque de combustível
O tanque de combustível deverá ser do tipo pirâmide, com capacidade máxima de 25
litros de combustível (álcool), localizado entre o banco do piloto e a parede corta fogo,
confeccionado em alumínio ou aço inox e protegido por uma parede corta fogo de
alumínio de no mínimo 1,0 mm de espessura. Deverá possuir no tanque de combustível
um dispositivo de segurança (respiro) para caso de ocorrer excesso de combustível
durante a operação de abastecimento.
12.11 – Carenagem
Assim como para o chassi, a empresa Formula Vee Brasil Ltda vai disponibilizar uma
carenagem padrão para todos os chassi Naja01, construída em fibra de vidro. Será
permitido o desenvolvimento de outras carenagens por parte dos concorrentes, desde
que feito do mesmo material e não ultrapassem as medidas máximas da carenagem
original. Não será permitido o uso de carenagens em alumínio ou outro material
metálico. O uso de outros materiais plásticos e/ou sintéticos deve ser aprovado pela
Formula Vee Brasil Ltda previamente que irá analisar sua conveniência à luz de custo e
segurança.
Parágrafo único: a carenagem deve obrigatoriamente cobrir o motor, podendose
moldar dutos de refrigeração.É terminantemente proibido o uso de qualquer
artificio aerodinâmico como spoilers ou aerofólios na carenagem.

Art. 13º. – Itens de segurança
13.1 – Extintor de incêndio
Será obrigatório o uso de extintor(es) (no máximo dois) de incêndio cuja carga total
não ultrapasse 2 kg e Classes A,B,C e posicionado de maneira que suas cargas possam
ser acionadas sem problemas , fixado(s) adequadamente (suporte aparafusado ou
soldado) no chassi e com acionamento externo e interno, devidamente sinalizados. O
direcionamento dos esguichos do(s) extintor(es) deverão estar apontados para cockpit,
bocal do tanque de combustível e compartimento do motor.
13.2 – Chave Geral
A chave deve estar sinalizada e em local de fácil acesso, tanto interno para o piloto
como para o pessoal de assistência e resgate. Obrigatório o uso de um sistema de chave
geral que desligue todo o sistema elétrico do protótipo, sendo que o seu acionamento
deverá ser interno, ao alcance do piloto, identificado com símbolo mostrando um raio
vermelho sobre um triângulo azul.
13.3 - Partida a Bordo
É obrigatório a partida do motor com energia elétrica a bordo do carro, podendo esta
ser acionada pelo piloto à bordo, normalmente, sentado e atado ao cinto de segurança.
Uma bateria suplementar externa pode ser conectada ao veículo quando este estiver nos
boxes ou na posição de largada, para auxiliar a partida.
13.4 – Marcha a Ré
Todos os veículos devem ter uma marcha a ré em perfeito funcionamento, que possa ser
acionada pelo piloto a bordo e atado ao cinto de segurança.
13.4 – Luz Traseira
Todos os veículos devem ter uma luz vermelha, de pelo menos 15 w de potencia voltada
para trás, fazendo um angulo de 90º em relação a linha de centro do veículo, em
perfeito funcionamento e capaz de ser operada pelo piloto de dentro do carro e com o
cinto de segurança atado.
13.4.1 - Esta luz deverá estar montada a menos de 100 mm da linha de centro
do veículo, ter uma superfície mínima de 50 cm² e estar claramente visível a um
observador posicionado atrás do veículo.
13.4.2 – A luz traseira só poderá ser acionada em caso de chuva, visibilidade
precária devido a nevoeiro ou por ordem da direção da prova.
13.5 – Espelhos Retrovisores:
Todos os carros devem ter no mínimo dois espelhos retrovisores montados de maneira a
permitir que o piloto tenha uma ampla visão de ambos os lados do veículo até a traseira.
Os espelhos devem ter uma superfície mínima de 55 cm2 cada um.
13.6 – Respiro do Tanque de Combustível:
Deverá possuir no tanque de combustível um dispositivo de segurança (respiro) para caso
de ocorrer excesso de combustível durante a operação de abastecimento.
13.7 - Cintos de segurança:
Somente serão permitidos cintos de segurança de, no mínimo, quatro pontos de
atracação, devidamente homologados pela CBA e dentro do prazo de validade previsto
pelo fabricante.Os cintos deverão ter uma largura mínima de 7 cm na altura dos ombros
e 4 cm na altura do quadril ou entre as pernas, quando for o caso de cintos de cinco
pontos.
Art. 14º – Das penalidades
Qualquer infração ao regulamento técnico por parte do concorrente incorrerá na sua
imediata desclassificação da prova, suspensão por duas etapas e multa pecuniária no
valor de uma inscrição da categoria.
Art. 15º - Outros itens
Quaisquer outros itens não aqui tratados serão considerados posteriormente via adendo
e após aprovação pelo Departamento Técnico da FASP.

É PROIBIDO O USO QUE QUALQUER INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA QUE PERMITA A OBTENÇÃO DE DADOS DE TELEMETRIA.
É PERMITIDO O USO DE EQUIPAMENTOS PARA MARCAÇÃO DE TEMPOS DE VOLTA PORÉM ESSES INSTRUMENTOS NÃO PODEM SER LIGADOS DE MANEIRA NENHUMA NO CIRCUITO ELÉTRICO DO CARRO E TEM QUE FUNCIONAR DE MANEIRA AUTÔNOMA E INDEPENDENTE.

22 comentários:

regi nat rock disse...

Legal Zulino.

Me parece bastante claro.
Eventuais dúvidas, creio que serão meramente pontuais.
Pergunta :
e o resto do regulamento quando estará disponível para conhecimento geral?
abs

roberto zullino disse...

O resto é a parte esportiva e não é da nossa alçada, segue as normas da Fasp/CBA/Fia.

Mestre Joca disse...

Vamos a alguns esclarecimentos adicionais com relação ao campeonato do ano que vem:

Alguns compradores e interessdos tem nos pedido com insistencia a postagem do regulamento técnico da categoria, o que fizemos agora.

A demora tem uma explicação: depois de meses de trocas de idéias com preparadores, técnicos, especialistas e entusiastas, chegamos à redação final de nosso regulamento.

Este, por sua vez, foi encaminhado à Comissão Técnica da FASP para suas observações, que nos recomendou pequenas alterações.

Isto feito, foi finalmente apresentado para homologação, o que conseguimos esta semana.

Portanto, essa é a versão final e a que será considerada para nosso campeonato no ano de 2010.

Algumas informações complementares: nosso campeonato será dividido em dois torneios independentes, cada um constando de quatro provas, que serão realizadas entre os circuitos de Interlagos e Piracicaba, totalizando oito etapas.

No final do ano, faremos duas corridas valendo pelo título do paulista, provavelmente uma em Piracicaba outra em Interlagos, para variar os circuitos.

Assim, aqueles que comprarem chassis no início ou meio do ano, ainda terão chances de disputar pelo menos um torneio e o título estadual no final do ano.

Existe ainda a possibilidade de provas extras em Cascavel e em Londrina, dependendo apenas de negociações.

CURY disse...

Boa Noite
2 duvidas
1- art. 12.8
Em caso de os pneus serem fornecidos por um fabricante,lojista etç ou nao,sera permitido o uso de importados ou somente nacionais?
Pergunto pois a marcas importadas com preços melhores que alguns nacionais.

2-Peso minimo,nao achei esse adendo.
Obrigado pela atençao

carretera disse...

Mestre Joca,

creio que vc queria dizer:

"...para nosso campeonato de 2011."

Quantos chassis já foram soldados? E vendidos? E finalmente, vc vai correr?

roberto zullino disse...

CURY
no caso de pneus será com quem apoiar, o importante é o custo menor para os pilotos. não somos xiitas no caso de economia.
peso mínimo do carro é 530 kilos com piloto e medido depois de treinos e corridas.

Mestre Joca disse...

Carretera,

Vc tem razão, erro "de dedo"...rsrsrsrs.

Até o momento temos 10 kits a serem entregues e 7 chassi soldados, aguardando finalização e os primeiros já saem esta semana. Agora é só montar a mecãnica e partir para oa certo.

Regulamento e chassi já foram aprovados e homologados na FASP, só falta definir as datas e aí estamos na dependencia da administração do autódromo de Interlagos que ainda não informou as datas disponíveis para o ano que vem, em função da indefinição da Fórmula Um.

Mas essa é a atual situação de todas as categorias que correm o Campeonato Paulista. No nosso caso, não há problema, se houver qualquer impedimento de data em Interlagos, corremos em Piracicaba.

Por último, estou "muito rodado" para voltar às pistas. Prefiro desenvolver e administrar a categoria, me dá mais prazer.

Grande abraço,

masv disse...

Qual o peso que o carro 001 ficou completo pra corrida ?

Mestre Joca disse...

MASV,

Sem piloto e líquidos, 445 quilos.

Abs

Leone disse...

445 para 530, são 85... Se eu fosse correr, ja teria sobrando 10 quilos, pois estou com 95 (tenho 1.90 de altura).

Meu caro Mestre Joca e Zullino, no Kart este lastro a mais, é bastante significativo, pois vc pode perder até meio segundo.

Os senhores acham que num carro que tem a relação peso/potencia de 7 e 1/2 quilos para cada cavalo (contando o peso do piloto), sera significativo tambem?

Mestre Joca disse...

Meu caro Leone,

Independentemente do ganho ou perdas eventuais de desempenho, temos que levar em conta a realidade de nossa clientela no quesito peso.

Hoje o peso médio de um jovem malhado voltado aos esportes beira os 80 kg e sua altura varia em torno de 1,72 a 1,75 m, segundo pude apurar.

Já um cidadão quarentão - uma faixa considerável de nossos atuais compradores - varia na mesma altura mas seu peso média oscila entre 85 a 90 kg, com alguns excedendo este limite.

O cálculo do peso mínimo do carro procura atender bem esses dois patamares.Caso fosse mantido um limite de 450 kg, por exemplo, logicamente favoreceria os mais leves, tendo que penalizá-los com excesso de lastro.

Assim, chegamos a uma solução salomônica, um meio termo que creio agradará á maioria.

Em termos de desempenho, em que pese as restrições de regulamento, existem outros fatores que podem compensar uma eventual diferença de peso, como melhor acerto de suspensão, alinhamento geral do carro, ou até mesmo um motor mais afinado. Isso teoricamnet, é claro.

Mas há outro fator que pode ter influência capital, independente de peso ou idade: a habilidade ao volante. Mas aí é um caso genético, não podemos fazer nada.

Grande abraço,

Leone disse...

Obrigado Mestre,

Esta mais do que explicado...

Um abraço.

P.S.: Afinal, pode-se tambem, fazer um regime, não é mesmo?? :) rsrs

PH Trade disse...

Zullino,

A Fórmula Vee não consta na programação dos 1.00km de Interlagos a ser disputado entre os 21/23 de janeiro de 2011.

A idéia inicial não era participar desta corrida?
Grato

roberto zullino disse...

os carros não vão ficar prontos, mas se tivermos alguns vamos tentar fazer umas voltas de demonstração.

MOTORELOGIO disse...

porque os escapes nao sao de um só fornecedor?

uma ideia economica: fazer campeonatos regionais e uma final valendo pelo BRASILEIRO NO FIM DO ANO!

proibir balanceamentos no motor!

taxa fixa! e nao livre!

dividir o campeonato por no minimo duas idades!

abraços!

MOTORELOGIO disse...

em tempo: proibir mudar a viscosidade do oleo do cambio!

roberto zullino disse...

estamos procurando alguns fornecedores de escapes e vamos indicá-los.
obrigado pelas sugestões, elas serão anotadas e incorporadas se necessário for.

PH Trade disse...

Zullino,

"OFF TOPIC"

Ontem no Ceará um piloto bateu forte, pilotando um protótipo Fórmula V 1.8, uma fatalidade, bateu de lado na entrada dos boxes e veio a óbito.
Estas pancas laterais são bastante perigosas, o piloto teve costelas quebradas e perfuração do pulmão, daí a importância de um bom projeto e de uma boa construção do chassis, creio que a organização está correta em restringir os construtores, pelo menos até se consolidar um processo de homologação. Segurança em primeiro lugar.
Raphael
Passat #76
Classic Cup

roberto zullino disse...

sem dúvida a segurança deve ser sempre pensada.
o nosso carro tem bem menos potência propositalmente e tenho acompanhado as outras formula vee no mundo com disputas ferrenhas e acidentes por vezes espetaculares, mas sem grandes consequências, a potência é baixa e os carros leves. por isso nos inspiramos no que deu certo lá fora, apesar de insistentes pedidos para darmos uma aliviada nas restrições. preferimos a igualdade entre os carros ao desempenho.
não conheço em detalhes o veículo em questão, mas parece-me que é movido por um motor de Santana 1,8 injetado, acredito que um motor desses tenha mais de 120 HP, o nosso tem 70. deve ser bem mais pesado que o nosso com o motor e cambio mais parrudos, radiadores, água e outras coisas necessárias.
A formula feita no Ceará é bem mais perto do estado da arte do automobilismo que a nossa e pelo que sei o carro é muito bem feito e feito por pessoas experientes no ramo, mas.....
motor racing is dangerous.
de qualquer forma parece-me pelo que ouvi que não se sabe direito o que aconteceu, o carro rodou no início da reta e bateu no muro. antes de saber melhor sobre o acidente não há como opinar direito.

Leone disse...

Pelo que vi no video, carro nenhum suportaria aquela batida... Se bem que, os pneus estavam soltos e, sabemos que isso desperdiça poder de absorção.

RIP

carretera disse...

Zullino:

12.11 - "Será permitido o desenvolvimento de outras carenagens por parte dos concorrentes, desde que feito do mesmo material e não ultrapassem as medidas máximas da carenagem original"

Vc podia publicar um desenho com as medidas máximas da carenagem original.

e no parágrafo único: "É terminantemente proibido o uso de qualquer artifício aerodinâmico como spoilers ou aerofólios na carenagem."

E fora da carenagem, pode? Para eliminar qq dúvida de interpretação é só eliminar o "... na carenagem."

Mestre Joca disse...

Meu caro Carretera,

O regulamento é claro até demais, não precisamos ir a este níveld e preciosismo. perto de alguns que vejo por aí, é até uma verdadeira enciclopédia...rsrsrsrs.

Se algum engraçadinho aparecer com aerofólios ou spoiler instalados "post-carenagem", nós os destruímos a peso de machado...rsrsrsrs...simples assim.