sábado, 11 de junho de 2016

Prova de Formula Vee no Ecpa em Piracicaba

Corrida de Formula Vee dia 18 de Junho no Ecpa em Piracicaba.

Peça sua credencial pelo convite abaixo:


Programação e horários:

terça-feira, 31 de maio de 2016

Chamada Fórmula Vee 6ª Etapa 2016


Peça sua pulseira enviando e-mail informado no Convite acima para entrar no Box da Formula Vee e tomar um Chopp Germania




Na próxima etapa, 04 de Junho, tem 3 carros para alugar. Basta ter a Carteira C da CBA.
O preço do aluguel é acessível, a Formula Vee é a categoria de menor custo do automobilismo.
Interessados liguem para Flávio Leal Menezes: 11 98253 0294.







domingo, 1 de maio de 2016

FormulaVee 4etapa 2016 parte2

Disputa sensacional entre gentlemen drivers na quarta etapa da Formula Vee em Interlagos. O carro 72 de Marcelo Chamma com motor EA111 que equipa o Fox e o carro 7 com motor VW boxer refrigerado a Ar.





D

ALUGUEL DE CARROS PARA A QUINTA ETAPA, 14 DE MAIO

Temos DOIS CARROS para aluguel para a próxima etapa dia 14 de Maio, sábado, treinos dia 13.
Exigida Carteira CBA de Piloto C (alguma experiencia em drive days, track days ou karts é desejável).
Falar com Flavio Flávio Leal Menezes: 11 98253 0291

REGULAMENTO TÉCNICO DA FORMULA VEE 2016 - FASP

CAMPEONATO PAULISTA DE AUTOMOBILISMO - FASP CATEGORIA FORMULA VEE - REGULAMENTO TÉCNICO 2016 Todos os veículos participantes do Campeonato Paulista de Fórmula Vee – 2016 devem se submeter a este regulamento. O Campeonato Paulista de Fórmula Vee – 2016 é supervisionado pela FASP – Federação de Automobilismo do Estado de São Paulo e organizado pelos Clubes Filiados à FASP e integrante do calendário oficial do Campeonato Paulista de Automobilismo a ocorrer em datas previamente definidas por esta Federação. A FORMULA VEE terá participação garantida em todas as etapas no Campeonato Paulista de Velocidade no Asfalto, no decorrer do presente contrato cuja categoria terá a denominação de Campeonato Paulista de Formula Vee, devendo para tal se submeter aos regulamentos e decisões emanados pela FASP. O presente regulamento foi elaborado pela Formula Vee Brasil Eventos Ltda, empresa que tem o uso da marca e dos direitos comerciais e promocionais da Categoria FORMULA VEE BRAZIL, também chamada de FORMULA VEE. O Logo Oficial da Formula Vee que deve ser utilizado na carenagem dianteira dos carros e nas laterais, na dimensão 15 x 15 cm, para que sejam facilmente identificados pelos comissários é o abaixo: 2 ÍNDICE ARTIGO 1 - Chassis ARTIGO 2 – Carenagem ARTIGO 3 – Peso do Conjunto ARTIGO 4 – Tanque e Bomba de Combustível ARTIGO 5 – Sistema Elétrico ARTIGO 6 – Transmissão ARTIGO 7 – Embreagem ARTIGO 8 – Suspensão Dianteira ARTIGO 9 – Suspensão Traseira ARTIGO 10 – Freios ARTIGO 11 – Rodas e Pneus ARTIGO 12 – Sistema de Direção ARTIGO 13 – Pedaleiras ARTIGO 14 – Painel de Instrumentos ARTIGO 15 – Volante de Direção ARTIGO 16 – Banco do Piloto ARTIGO 17 – Segurança ARTIGO 18 – Radiocomunicação ARTIGO 19 – Câmera Onboard ARTIGO 20 – MOTORES ARTIGO 21 – Das Modificações Permitidas ARTIGO 22 – Considerações Gerais 3 ARTIGO 1 – CHASSIS Somente será permitida a participação do chassis denominado Naja 01 Formula Vee com características e medidas originais de acordo com projeto específico desenvolvido pela empresa Fórmula Vee Brasil Eventos Ltda. e produzido exclusivamente pelos fabricantes indicados e autorizados pela empresa promotora da categoria que é a FORMULA VEE BRASIL EVENTOS LTDA e que tem o uso da marca e dos direitos comerciais e promocionais da categoria FÓRMULA VEE BRAZIL, também denominada de FORMULA VEE. O Chassis Naja 01 Formula Vee é produzido conforme projeto registrado e cedido à Formula Vee Brasil Eventos Ltda pelo autor e fabricado por fornecedores da FORMULA VEE BRASIL EVENTOS LTDA. São numerados e somente os chassis cadastrados pela empresa FÓRMULA VEE BRASIL EVENTOS LTDA serão aceitos nos certames organizados pela categoria FORMULA VEE e no Campeonato Paulista da modalidade. As dimensões do chassis estão na figura abaixo: Reprodução do projeto acima proibida dentro dos termos das Leis e Normas vigentes, o autor cedeu os direitos à empresa Formula Vee Brasil Eventos Ltda e somente à mesma. 4 É terminantemente proibido o uso do chassi Naja 01 para qualquer outro tipo de categoria ou evento esportivo, que não a FORMULA VEE, sob pena do número do chassi ser retirado dos registros da categoria, impedindo o mesmo de participar de certames da FORMULA VEE. O carro a ser usado na categoria é o denominado Naja01 Formula Vee equipado com motores Volkswagen ou outro carro que seja desenvolvido pela FORMULA VEE e aprovado pela FASP. A FASP fica impedida de permitir o uso dos Naja01 Formula Vee com motores Volkswagen no Campeonato Paulista e em outros certames da FASP que não sejam promovidos pela Formula Vee. O Naja01 Formula Vee admite dois tipos de motores Volkswagen, conforme detalhado ao longo deste regulamento. O motor VW Type I conhecido como VW Boxer 1600 refrigerado a ar e o motor VW EA111 1,6 refrigerado a água. Apesar de ser concebido em 2010 para o motor VW Boxer, o chassis Naja 01 Formula Vee permite desde 2015 a colocação do motor EA111 com alterações mínimas e não estruturais, mantendo-se assim a integridade do projeto original. 1.1: Da parede cota-fogo até a extremidade traseira é permitida a modificação dos apoios do motor no chassis para comportar o motor EA-111 1.6 flex. Nesse caso, os tensores traseiros podem ser alongados, aumentando o entre eixos em aproximadamente 60mm. O entre-eixos do veículo deve obedecer os limites de no mínimo 2200 mm e no máximo 2250 com a tolerância de 3% independente do motor utilizado. Bitola dianteira e traseira será de 1620,0 mm, medida em uma linha horizontal, na altura do centro da roda (eixo). Essas são medidas máximas. 1.2: Permitida a adição de chapas de alumínio ou aço, rebitadas, aparafusadas ou soldadas ao chassis como reforços estruturais e/ou outras funções que não aerodinâmicas, desde que a estrutura tubular permaneça exposta internamente ao habitáculo. Obrigatória a fixação de uma parede de fogo de espessura mínima 1,0mm, construída em chapa metálica, separando o habitáculo do piloto, que contém o tanque de combustível, da motorização traseira. 1.3: Obrigatório uso de assoalho firmemente fixado ao chassis por toda a extensão inferior, da ancoragem da suspensão dianteira até a parede corta de fogo do habitáculo. O assoalho devera ser construído com chapa de aço, de alumínio, ambas de 2,0 mm no mínimo de espessura ou madeira com no mínimo 4,0mm de espessura. É proibido uso de fibra de carbono. 1.4: São proibidas alterações nas medidas e pontos de fixação, excetuando-se: posição das pedaleiras e fixação do mancal de direção para ajustes da posição de pilotagem. Permitida a colocação ou retirada de calços nos apoios do conjunto motor/câmbio para permitir a regulagem de altura do carro. Permitida a modificação de apoios de motor e cambio. 1.5: Tensores traseiros originais que acompanham os kits de chassis. No caso de uso do motor VW EA 111 podem ser alongados, mantendo-se a fixação dos 5 tensores que devem ser feitas através de parafusos passantes por terminais rotulares. 1.6: Permitido a colocação de luvas ou flanges no tubo traseiro de ancoragem no lado esquerdo do chassis para facilitar a retirada do motor. 1.7: O chassis deve ter altura mínima do assoalho até o topo do Arco de Protecão Principal de 1.040 mm mais ou menos 3%. A montagem do banco ou espuma deverá obedecer aos seguintes requisitos: O capacete do piloto atado ao cinto se segurança deverá ficar a uma distância mínima de 50 mm da linha vermelha pontilhada assinalada no desenho acima, linha essa que virtualmente une o Arco de Proteção Principal ao Arco de Proteção Secundário localizado na dianteira do piloto e que constitui parte da estrutura do painel. Artigo 2 – CARENAGEM 2.1: A forma da carenagem é livre, tanto do habitáculo do piloto quanto da cobertura do motor, sendo esta última opcional. 2.2: O material das carenagens deve ser fibra de vidro ou em material plástico termoformado em vacum forming. É proibido o uso de materiais compósitos como fibra de carbono ou similares laminados de alta resistência. 2.3: A carenagem sempre deve terminar no extremo anterior em forma de “bico”, ou seja, sua dimensão final não pode ser maior que as dimensões imediatamente anteriores. Em suma, é proibido que o carro tenha o bico largo visando maior força aerodinâmica para baixo por se comportar como ASA DIANTEIRA. Da mesma forma a cobertura do motor, se usada, não pode ter formato que lhe permita se comportar como AEROFÓLIO TRASEIRO 2.4: O uso de espelhos aerodinâmicos e/ou defletores de vento como parabrisas são livres. 2.5: Permitido o uso de alumínio como fechamento da metade inferior da carenagem, mantendo-se a fibra de vidro ou material plástico para a metade superior e o restante, bico e cobertura do motor. ARTIGO 3 – PESO DO CONJUNTO 3.1: O peso total do veículo ao final das competições e das tomadas de tempo oficiais é de no mínimo 570kg (para veiculos com motorização EA111) e de 550Kg (para veiculos com motores VW Boxer 1600), com o piloto devidamente paramentado, com lubrificantes do motor e câmbio, fluido de freio e combustível nos níveis em que terminarem as competições e as tomadas de tempo, não podendo ser adicionados nenhum dos líquidos ou qualquer outro componente que por ventura tenha se desprendido do veículo durante a atividade de pista. 3.2: É permitido o uso de lastro. Estes devem ser fixos ao chassis através de parafusos M8, arruelas, porca e contraporca ou porca par-lock e devem ficar obrigatoriamente internos ao habitáculo. Os lastros não podem exceder o peso unitário de 5kg cada por questões de segurança. 6 ARTIGO 4 – TANQUE E BOMBA DE COMBUSTÍVEL 4.1: O tanque de combustível deverá ser do tipo pirâmide, com capacidade máxima de 29,0 litros de combustível (álcool/etanol), localizado entre o banco do piloto e a parede corta fogo, confeccionado em alumínio, aço inox ou material plástico, este último deve ser homologado pela Fia como os ATL. 4.2: O tanque deverá possuir um dispositivo de segurança (respiro) para o caso deocorrer excesso de combustível durante a operação de abastecimento. O respiro NÃO deve ser posicionado de forma a possibilitar que o combustível seja lançado na direção do conjunto motriz. 4.3: É permitido o uso de tanque flexível dentro do tanque de combustível. 4.4: A bomba de combustível é livre. ARTIGO 5 – SISTEMA ELETRICO 5.1: Bateria É permitido o uso de bateria de chumbo ácido, fabricada no Brasil, com 12V (Volts), de qualquer marca. Recomenda-se a utilização de capa de proteção sobre a bateria, fabricada com material isolante. 5.2: Distribuidor Livre, sendo liberado o uso de Roda Fônica em ambos os tipos de motores 5.3: Bobina e Módulo de Injecão Permitido o uso de qualquer marca de bobinas e de módulos de injeção desde que nacionais. É proibido qualquer tipo de ajuste de qualquer parâmetro de injeção com o carro em movimento, seja ele feito pelo piloto a bordo ou por membros de sua equipe via boxes. 5.4: Cabos de vela Livres. 5.5: Velas de Ignição Livres. 5.6: Gerador Obrigatório o uso de gerador (apenas para o motor EA-111), seja ele dínamo ou alternador, sendo livre sua posição e fixação. Para o motor VW boxer 1600 a ar o uso de gerador de energia é facultativo. 5.7: Motor de Partida Livre, mas não pode ser retirado de sua posição e deve ser mantido operacional, isto é, deve permitir a partida do veículo em qualquer momento em que for solicitado. 5.8: Chave Geral 7 Obrigatória desconexão imediata da energia contida na bateria a todo o sistema elétrico. Obrigatório sistema de acionamento instantâneo através de botão ou chave, em local de fácil acesso pelo piloto atado a seu cinto, assim como por comissarios externos. Obrigatória identificação por um triangulo azul, circunscrito pela figura de um raio vermelho e totalmente visível. 5.9: Chave de Partida Obrigatório sistema de acionamento através de botão ou chave, em local de fácil acesso pelo piloto atado a seu cinto. 5.10: Luz de Chuva De livre formato e procedência. Obrigatória fixação em área visível pelos pilotos oponentes na traseira do monoposto. Obrigatório uso de cor vermelha, com potencia, área e intensidade de luz adequada a seu uso em condições extremas. Obrigatório sistema de acionamento instantâneo através de botão ou chave. ARTIGO 6 – TRANSMISSÃO 6.1: CAIXA DE MARCHAS Original de fábrica VW nacional. Permitido caixa de marchas oriundas dos modelos VW Sedan ou Kombi. 6.2 : RELAÇÕES DE TRANSMISSÃO DA CAIXA DE MARCHAS Originais de fábrica: 1a. 10/38 dentes Relação 3,80:1 2a. 17/35 dentes Relação 2,06:1 3a. 22/29 dentes Relação 1,32:1 4a. 24/27 dentes Relação 0,88:1 ou 4a. 53/60 dentes Relação 0,88:1 Ré. 14/21 dentes Relação 3,88:1 6.3: DIFERENCIAL. Original de fábrica, oriundo dos modelos VW Sedan ou Brasilia. Proibido uso de diferencial auto blocante. 6.4: RELAÇÃO DO DIFERENCIAL . Relação do diferencial pinhão e coroa 8:31, 8:33 ou 8:35. 6.5: CONJUNTO SATÉLITE E PLANETÁRIA E SEMI-EIXOS. Original de fábrica, oriundos dos modelos VW Sedan ou Brasilia. Permitido aliviamento de peso de semi-eixos. 6.6: FRESAMENTO E SOLDA DE ENGRENAGENS E GARFOS. Permitido o fresamento de todas as marchas e luvas. Permitido preencher com solda o garfo de aço de todas as marchas para eliminação de desgastes. Proibido todo e qualquer aliviamento de engrenagens que devem ter suas dimensões originais. Permitido também soldar as luvas da terceira e quarta marchas para que as engrenagens não girem na luva do sincronizado. 6.7: MARCHA-A-RÉ. Funcionamento e operação obrigatórios. 6.8: RESPIRO DO CÂMBIO. Obrigatório uso. Livre modelo. 6.9: CAPA DE SEMI-EIXOS. Original de fábrica. Permitido o corte da haste de fixação do amortecedor. 8 6.10: COIFA DE SEMI-EIXOS. Livre. 7 – EMBREAGEM Livre. Com acionamento hidráulico obrigatorio 8 – SUSPENSAO DIANTEIRA 8.1: A suspensão dianteira será do Fusca Sedan ou Brasília, do modelo com pivôs e torres de amortecedores. 8.2: As fixações dos braços de suspensão nas mangas de eixo originais da linha VW a ar deverão obedecer ao projeto original. Os feixes de mola dos tubos inferior e/ou superior PODEM ser retirados e substituídos por barra de aço com roscas nas pontas, para fixação dos braços. Para a variação de cambagem deverão ser usadas arruelas de material resistente entre os braços e as pontas dos tubos inferior e superior. Será permitida a utilização de calços (superior ou inferior, alternativamente) na fixação dos tubos do eixo dianteiro, no intuito único de aumentar ou diminuir o cáster, desde que não altere a distância entre eixos, além dos limites permitidos definidos no ARTIGO 1 item 1.1. 8.3: Os amortecedores dianteiros são livres desde que nacionais, podendo se usar o sistema coil-over. A carga é livre e pode ser feita através de gás. Proibido reservatório externo de gás. 8.4: É permitido o corte das torres originais da suspensão dianteira, livre o sistema de fixação dos amortecedores e molas. 8.5: Molas (Feixe ou Coil Over). Carga livre. Altura livre. 9 – SUSPENSAO TRASEIRA 9.1: Independente, com tensor regulável no seu comprimento, do chassis a manga de eixo, com finalidade de alinhamento traseiro de convergência e divergência. Permitido o alongamento do tensor original fornecido com o chassis. 9.2: Amortecedores: Obrigatório amortecedores de procedência nacional. A carga é livre e pode ser feita através de gás. Proibido reservatório externo de gás. Permitido sobrepor ao corpo do amortecedor dispositivo com rosca, que possibilite a regulagem da pressão da mola. 9.3: Molas Coil Over livres desde que nacionais. Altura livre 9.4: Permitido o uso de espaçadores desde que a fixação das rodas seja feita por prisioneiros de aço. 9.5: Barra Estabilizadora. Facultada a utilização da barras estabilizadoras na dianteira e/ou traseira. O uso de barra “Z” é permitido. 9 ARTIGO 10 – FREIOS 10.1: Permitido uso de 1 ou 2 cilindros mestres, de qualquer marca e de procedência nacional. Se utilizados 2 cilindros mestres, obrigatório uso de balança oscilante regulável no pedal. Canalização do sistema de freios livre. Permitido uso de válvula equalizadora de pressão para os freios traseiros. 10.2: Obrigatorio uso de disco sólido de freio nas rodas dianteiras. Modelos VW Fusca, GM Celta, Corsa, Meriva. 10.3: Freio traseiro: permitido tambores originais VW Fusca ou discos sólidos e pinças de freio originais dos modelos GM Meriva, Corsa, Celta ou VW Fusca. 10.4: Obrigatorio uma pinça de freio apenas por roda. 10.5: Permitido refurar discos e panelas (se usadas) para 4 x 100 (99) mm. 10.6: Permitido furar discos para refrigeração. 10.7: Permitido o balanceamento de discos e panelas do conjunto. 10.8: Pastilhas de freio originais da linha GM ou VW de livre dureza e livre procedência. ARTIGO 11 – RODAS E PNEUS 11.1: Obrigatório o uso de rodas em liga de alumínio ou de aço, de fabricação nacional, com as seguintes especificações: Aro 15”, Furação 4 X 100 e Tala (largura) máxima de 6 polegas. 11.2: Obrigatório uso de pneus marca Pirelli, modelo Phantom, nas medidas 195 x 50 x R15. 11.3: Proibido lixar pneus. O limite de desgaste é até a marcação do TWI em toda superfície da banda de rodagem, valendo o ponto mais desgastado. ARTIGO 12 – SISTEMA DE DIREÇAO 12.1: Caixa de Direção Livre procedência e fabricação usando sistema de pinhão e cremalheira. Posicionamento livre. Fixação livre. 12.2: Braços de Direção - Livres. 12.3: Teminais de Direção - Livres. ARTIGO 13 – PEDALEIRAS Livres. ARTIGO 14 – PAINEL DE INSTRUMENTOS Livre. ARTIGO 15 – VOLANTE DE DIREÇÃO 15.1: Acolchoado. Proibida a utilização de volantes de madeira ou revestido de outro material rígido. 10 Obrigatório arco de pega do volante fechado e contínuo. Proibido uso de volantes com arco de pega aberto. Obrigatório revestimento do arco de pega com materiais que propiciem boa aderência e atrito com as luvas do piloto. Obrigatório cubo de volante com engate rápido para facilitar entrada e saída do monoposto. ARTIGO 16 – BANCO DO PILOTO 16.1: Fabricado com fibra de vidro ou moldado com espuma, de forma a dar conforto, segurança e total sustentação ao corpo do piloto. Deverá ter um orifício na direção do manômetro do extintor de incêndio, que permita a verificação da sua carga. ARTIGO 17 – SEGURANÇA 17.1: Cinto de Segurança. Deve ser de no mínimo 5 pontos de fixação. 6 pontos recomendado. Homologado CBA. Obrigatoriamente fixado na estrutura tubular do chassis. Preferencialmente utilizar argolas de fixação originais do conjunto de cinto de segurança fornecido pelo fabricante. 17.2: Extintor de Incendio. Obrigatório o uso de extintor de incêndio fixado internamente ao habitáculo, preferencialmente sob a região livre abaixo do piloto. Obrigatória carga operacional identificável através de manômetro visível. Obrigatória carga operacional padrão ABNT Classe B e Classe C. Obrigatório volume mínimo de carga de 2 Kg. Obrigatória a condução da carga através de dutos metálicos e incompressíveis adequados ao uso. Obrigatório o direcionamento da carga ao bocal do tanque de combustível e conjunto motriz. Obrigatório sistema de acionamento instantâneo através de botão ou chave, em local de fácil acesso pelo piloto atado a seu cinto, assim como por comissários de socorro externos. Obrigatório que o botão ou alavanca de acionamento esteja claramente identificado pela letra “E”. ARTIGO 18 – RADIOCOMUNICAÇÃO Livre. ARTIGO 19 – CAMERA ONBOARD De livre forma, marca e procedência. Uso obrigatório. Fixação preferencial no arco de proteção traseiro (santantonio) em posição acima do capacete do piloto, de forma a permitir gravação de imagens para uso dos comissários em análises posteriores. Proibida a retirada da câmera e das imagens nela gravadas no parque fechado até que o carro seja liberado pelos comissários. 11 ARTIGO 20 - MOTORES São permitidos 2 modelos de motores: 1 – EA-111 1.6 Flex – número da peça: 0321.000.33H 2 – VW Boxer 1600cc Artigo 20.1: Regulamento Particular EA-111 1.6 Flex 20.1.1: Motor VW EA-111 1.6 Flex com especificações originais de fábrica com diâmetro e curso dos pistões = 76,5 x 86,9 mm respectivamente, comprimento de biela igual a 138 mm, sem qualquer tipo de preparação interna (cabeçotes ou parte inferior). A taxa deve permanecer a original de fábrica (12,1:1) e o combustível deverá ser obrigatoriamente o Etanol. 20.1.2: Os motores VW EA 111 devem ser submetidos pelos participantes à FORMULA VEE BRASIL EVENTOS LTDA, ou prepostos que a mesma indicar, para que sejam VISTORIADOS e LACRADOS. A violação de qualquer dos lacres seja por que motivo for implica em desclassificação do concorrente. Os motores devem ser apresentados para a Formula Vee Brasil Eventos e/ou seus prepostos já com dois orifícios passantes na tampa do cabeçote e o cabeçote e mais dois orifÍcios passantes entre o cárter e o bloco. Os lacres serão colocados nesses orifícios que devem ser posicionados em lados opostos de maneira a não permitir a retirada da tampa do cabeçote ou do cárter. 20.1.3: É permitido tampar as aberturas do bloco do motor e tampa de cilindros (sensor de fase) que não se usam com a finalidade única de tampa-las. 20.1.4: É proibido qualquer tipo de retrabalho no cabeçote, seja ele plano ou em ângulo, bem como válvulas maiores que as de fábrica. 20.1.5: Parte inferior (bielas, pistões, bronzinas) deve permanecer totalmente original. 20.1.6: Comando de válvulas deve permanecer totalmente original. 20.1.7: Tuchos de válvulas devem permanecer originais. 20.1.8: Virabrequim. Deve permanecer original. É permitido balancear o conjunto volante e platô. A ponta do virabrequim pode ser usinada para colocação de rolamento do eixo piloto do câmbio. 20.1.9: Polia do Virabrequim – Livre 20.1.10: Polia do Comando – Livre. Permitido modelo com regulagem de avanço 20.1.11: Bomba d’agua: Livre 20.1.12: Flauta: Original VW-Fox ou Kombi 1.4 Flex (Magneti Marelli) 20.1.13: Correia Dentada – Livre 20.1.14: Esticador da Correia – Livre. 20.1.15: Radiador de Óleo: Livre 12 20.1.16: Mangueiras de Óleo: Livres – Recomendado uso de aeroquip por questão de segurança 20.1.17: Flange do Radiador de Óleo: Livre 20.1.18: TBI – Original Astra flex sem qualquer tipo de modificação. Número da peça: F.000.DV0..0101.G 20.1.19: Volante – Livre. Permitida a colocação de adaptador de rolamento para o eixo piloto do cambio. 20.1.20: Bicos Injetores – Astra flex- Número da peça: 280156086 20.1.21: Tubulação de Agua – recomendada a original da Kombi 1.4 flex ou do Fox 1.6 flex. Adaptação livre 20.1.22: Vaso Expansor: Livre 20.1.23: Correia do Alternador – Livre 20.1.24: Vareta de Óleo - Livre 20.1.25: Alternador - Livre 20.1.28: Chicotes de Injeção – Livres desde que de procedência nacional 20.1.29: Coletor de Admissão – Livre 20.1.30: Escapamento – Livre 20.1.31: Eixo Piloto – Livre 20.1.32: Flange de Adaptação Câmbio x Motor – recomendada a original Kombi flex 1.4 20.1.33: Radiador de Água – Livre 20.1.34: Suportes de fixação – livres. Artigo 20.2: Regulamento Particular VW Boxer 1600 –Ar 20.2.1 – Motor VW Type I, boxer de quatro cilindros refrigerado a ar, original do Sedan VW, Brasília e Kombi nacionais, com deslocamento original de 1.584 cc. De preferência, mas não obrigatórios, os motores fabricados após 1984. 20.2.2– Carcaça/Bloco Permitida a utilização do bloco original, ou do mercado de reposição, de fabricação nacional de qualquer modelo, inclusive as chamadas carcaças mexicanas com dois by-passes de óleo. Permitido o faceamento da carcaça. 13 20.2.3 –prisioneiros Permitido utilizar prisioneiros internos sob medida ou helicoil, quando espanados. Permitido o uso de prisioneiros importados. 20.2.4 – Virabrequim e Mancais Permitida a utilização do virabrequim original com curso de 69,0 mm, sejam forjados ou fundidos. Facultado utilizar qualquer dos 2 modelos de virabrequim fabricados, quer seja de bolacha grossa ou fina. Permitida a retífica do virabrequim, desde que não se altere seu curso original. Permitido tornear um vinco de até 3,0 mm de profundidade por até 4,0 mm de largura, no centro dos três mancais de apoio da bronzina de mancal, a fim de melhorar a lubrificação, se necessário. Opcionalmente, poderá ser utilizado o virabrequim importado marca EMPI, peça número 8120 da EMPI de curso 69,0 mm conforme a figura abaixo: A escolha de mancais de virabrequim e bronzinas é livre podendo-se usar peças importadas. 20.2.5 – Volante do Motor Permitido o retrabalho no volante do motor, o peso final é livre. 20.2.6 – Balanceamento É permitido o balanceamento estático e dinâmico das peças móveis. 20.2.7– Tuchos Permitido retificar os tuchos de válvulas, somente na face plana de contato com o comando. Permitido o uso de tuchos importados na medida de 28, 30, 31 mm com furo de lubrificação no centro. 20.2.8 – Comando de Válvulas O comando adotado é o Engle W100 com as seguintes marcações no comando feitas pelo fabricante: -no eixo de comando: EP12 C4 CWC D4 A2 -na base do comando: Engle 100 O número da peça do fabricante Engle é 6100 14 O número da peça da revenda EMPI é 21-4100 conforme a figura abaixo: Caso o participante encontre outros números no eixo do comando deverá submeter o mesmo à inspeção do Formula Vee Brasil Eventos Ltda para que a mesma providencie adendo ao regulamento. O diagrama do comando é o abaixo indicado nas figuras onde são mostrados os graus de abertura, fechamento e duração. Bronzinas de comando são livres podendo-se usar peças importadas. O enquadramento do comando é PERMITIDO. 20.2.9– Bielas e Bronzinas Permitido o acerto de peso entre as bielas, desde que se mantenha uma inteiramente original. A escolha de bronzinas de biela é livre podendo-se usar peças importadas. 20.2.10 – Cilindros Permitido cilindro do modelo original, de fabricação nacional. 20.2.11 – Pistões, Pinos e Anéis Permitidos os pistões com um diâmetro original de 85,5 mm, ou até 2ª sobre medida (1,0 mm.), de fabricação nacional, proibidos pistões forjados, sendo que o peso mínimo admitido é de 425,0 gramas. Serão permitidos apenas os pistões côncavos (com saliencia) de fabricação 1984 em diante da versão álcool. Não são permitidos pistões planos nem retrabalho na cabeça do pistão. Permitido o acerto de peso entre os pistões e pinos, desde que se mantenha um 15 conjunto inteiramente original. Permitida a substituição das travas dos pinos por buchas de teflon ou nylon. Anéis originais VOLKSWAGEN sendo livre a folga entre duas pontas, permitindo-se sobre medida, mantendo as especificações originais. O numero e ordem de montagem dos anéis, nos pistões deverão permanecer originais. 20.2.12 – Taxa de Compressão A taxa de compressão é livre. Permitida a utilização de calços nas camisas para acerto de taxa de compressão. 20.2.13 – Varetas de Válvulas Livres 20.2.14– Cabeçote Permitido rebaixar o cabeçote ( taxa de compressão é livre) e acertar a câmara de combustão a fim de EQUALIZAR as mesmas, desde que uma delas permaneça com o formato ORIGINAL e INTOCADA. Os cabeçotes permitidos podem ser de qualquer marca que seja de procedência nacional. Permitido o reforço do apoio das porcas dos prisioneiros que prendem o cabeçote, quer seja com solda, calço de arruela ou qualquer outro trabalho, apenas com a finalidade de reforçar o local que costuma trincar ou ser crítico ao motor. Proibido o uso de cabeçotes antigos de 8 aletas. 22.2.15 – Válvulas Originais ou do mercado paralelo (Mercosul), desde que nas medidas originais do cabeçote adotado que é o de 6 (seis) aletas. 22.2.16 – Guias e Sedes de Válvulas Proibido qualquer retrabalho ou modificação nas guias de válvulas . Manter a altura de montagem, da face do assentamento da mola até a face da guia de válvulas, admissão 18,0 + 0,5 mm e de escape 18,5 + 0,5 mm. Permitido trocar as guias de válvulas, desde que, por outras com iguais dimensões originais. Permitido trocar ou retificar as sedes de válvula desde que sejam utilizados apenas 2 ângulos, desde que somente seja retrabalhada a parte de aço desta não podendo haver marcas de fresagem no alumínio do duto. Permitido retificar o assento da válvula na sede, desde que permaneça o ângulo original (45 graus) e a retifica do "pé" da válvula, ou seja, no local onde há o contato da regulagem do balanceiro. 20.2.17 – Molas de Válvulas Livres, sendo proibido o uso de molas duplas. 20.2.18 – Assento das Molas Permitido o uso de calço nas molas de válvulas. Permitido o uso de pratinhos de 16 fixação de motores AP. 20.2.19 – Prisioneiros Permitido o livre dimensionamento nos prisioneiros de fixação do cabeçote do motor. Permitido o uso de prisioneiros importados. 20.2.20 – Balanceiros Proibido alterar as duas extremidades do martelo mudando a posição do parafuso de regulagem e sua forma de regular que deverá ser original, bem como, do assentamento da vareta. Não será permitido descentralizar o martelete no seu eixo central. Permitido substituiras molas de centralização dos marteletes por buchas. Permitido o uso das chamadas“patinhas”, parafusos especiais conforme a figura abaixo do catálogo EMPI que aqui está como mera ilustração, a procedência e marca são livres: 20.2.21 – Tampas de Válvulas É obrigatória a utilização de tampas de válvulas fixadas através de 2 parafusos, com respiros e mangueiras acopladas ao reservatório para captação de fluidos. Recomenda-se o uso de tampas aletadas de alumínio. 20.2.22 – Ventoinha de Arrefecimento É livre o uso 20.2.23 – Escapes – Livres Artigo 21 – Das Modificações Permitidas Tudo que não é especificamente permitido neste Regulamento, é expressamente proibido. Todos os itens ausentes ou não citados neste Regulamento, deverão encontrar-se com suas características originais. Enquanto este Regulamento não permitir clara e especificamente que a peça ou componente possa receber algum tipo de retrabalho ou modificação, esta deverá ser mantida original. Nos casos em que a comparação com as peças originais ou avaliação desta com a ficha de homologação, deixar quaisquer dúvidas, os Comissários Técnicos e Desportivos darão o parecer final. Proibida toda e qualquer adição de material, por qualquer meio a qualquer elemento mecânico, exceto quando não expressamente permitido neste Regulamento. 17 Alterações no regulamento que os participantes da categoria julguem necessárias devem ser feitas através de adendos a este regulamento e somente terão valor após aprovação do Conselho Técnico da FASP no prazo por ela determinado. Artigo 22 – Das Considerações Gerais Os casos omissos serão resolvidos de acordo com a tradução do "Anexo J" da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), publicado pelo Conselho Técnico Desportivo Nacional da Confederação Brasileira de Automobilismo. O que não estiver expressamente liberado, quanto a sua fabricação, deverá ser de fabricação NACIONAL. ESTE REGULAMENTO SEUS ANEXOS E APÊNDICES, FORAM APROVADOS PELO C.T.D.P. - CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO PAULISTA FEDERAÇÃO DE AUTOMOBILISMO DE SÃO PAULO São Paulo, Abril de 2.016 José Aloizio Cardozo Bastos Marcus Ramaciotti Presidente Presidente do CTDP

FORMULA VEE A AGUA USANDO MOTOR VW EA 111, 1,6 LITROS

FORMULA VEE A AR USANDO MOTOR BOXER 1,6 LITROS



sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Aluguel de Formula Vees para a corrida de 17/18 de Janeiro

Aluguel de Formula Vees para a corrida de 17/18 de Janeiro




Várias equipes tem carros para alugar, nome e contatos abaixo:

Formula Vee Brasil Ltda (Tedd Medeiros) 11 2485 8324/ 7721 3915

V Racing Team (Eduardo Rodrigues) 11 97426 3698

SanRace (Sandro Freitas) 11 7001 1144

TJ Competições (Juka Gandelim) 019 78077163 juka_motors@hotmail.com 

Alfia Mecânica de Autos (Bruno Leme) 19 99319 4081

LF Competições (Luis Finotti) 11 97743 9494/ 5061 4982

O interessado tem que ser Piloto de Competição A ou B, essa exigência de 
Piloto A e B está

sendo questionada pela Formula Vee que quer manter Piloto C como tem sido até o 

momento.

É exigida indumentária completa padrão FIA, macacão, roupa de baixo, sapatilhas e luvas anti-chama, capacete.

Obrigatório o uso de Hans Device ou similar.